É sabido que a carga tributária no Brasil é uma das maiores do mundo, mas o que não se sabe é o porquê desse absurdo. O brasileiro pagou R$ 550 bilhões em impostos em 2009, conforme "Impostômetro". Dessa forma, presumo que quanto mais se trabalha, mais se paga impostos! É um ciclo vicioso... Às vezes, me pergunto se a improdutividade não apresentaria algumas benesses ou nos mataria de fome por completo. Fome Zero? Um contra-senso! Taxa, tarifa, contribuição ou tributo... É o pensamento do dia ou de todas as horas? Lembro-me ainda criança meus pais comentarem o pagamento de tributos diretos e indiretos... Definhamo-nos no saber por não sabermos ou estamos acomodados? É vexatória, indigna, desrespeitosa a forma de como somos tratados, por isso a minha manifestação, esperando que iniciativas como essa sejam ainda mais presentes na pauta do brasileiro. Este espaço foi criado para comentarmos, trocarmos idéias, reivindicarmos, denunciarmos e até elogiarmos os serviços públicos e privados.

sábado, 20 de março de 2010

"Ela é carioca, ela é carioca, olha o jeitinho dela andar...."


Sou carioca da gema, amo o meu município e por isso posso falar mal.
Em janeiro desse ano comentei nesse mesmo espaço a ineficiência do metrô-Rio já observado por inúmeros usuários. Contudo, uma composição da linha 2 ir parar na linha 1 cheia de passageiros, foi um fato inédito no sistema de transportes. O incidente ocorreu esta semana e só não causou maior impacto, porque não havia uma composição em sentido contrário no momento da distração do operador. Grande irresponsabilidade da concessionária que está sendo alvo de críticas, inclusive com uma ação movida pelo Ministério Público do estado por suas sucessivas falhas, que na minha opinião deveria ser mais enérgica, antes que novos incidentes se transformem em grandes acidentes de proporções inimagináveis. Enquanto isso, Sergio Cabral pensa na expansão Barra...!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Não é favor, é um direito!

 Certa vez, conversando com o arquiteto Luiz Fiuza, lembrei-me de um ente querido que havia se tornado cadeirante por causa do acometimento causado por um AVC em meados de 90 e como dizem que só atinamos para a dura realidade de alguns quando nos deparamos com a sua problemática, tête-à-tête, me interei melhor na vida das pessoas, cuja particularidade faz jus ao que entendo por especiais, Especiais no otimismo, na disposição, coragem e vitalidade.

O projeto do Luiz acendia uma mudança radical no acesso às pessoas portadoras de deficiência em vias públicas, transportes e nas áreas de edificações, sustentadas pela Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989. E o que mudou de lá pra cá?


A força de uma ferramenta de trabalho, associada a um poderoso veículo de comunicação, ocupando um importante papel de destaque na integração e socialização do deficiente, a Internet!


Fora este ganho, a maior deficiência continua sendo o preconceito e o desrespeito da sociedade para com os cidadãos que pagam os seus impostos pontualmente, mas sem direito de utilizar os serviços públicos. Considera-se que o número de portadores de deficiência no Brasil cresce a cada década, fazendo com que muitos jazam em casa sem perspectivas, salvo aos aventureiros sobre duas rodas, que superam a insegurança da urbanidade, também suas próprias limitações.