É sabido que a carga tributária no Brasil é uma das maiores do mundo, mas o que não se sabe é o porquê desse absurdo. O brasileiro pagou R$ 550 bilhões em impostos em 2009, conforme "Impostômetro". Dessa forma, presumo que quanto mais se trabalha, mais se paga impostos! É um ciclo vicioso... Às vezes, me pergunto se a improdutividade não apresentaria algumas benesses ou nos mataria de fome por completo. Fome Zero? Um contra-senso! Taxa, tarifa, contribuição ou tributo... É o pensamento do dia ou de todas as horas? Lembro-me ainda criança meus pais comentarem o pagamento de tributos diretos e indiretos... Definhamo-nos no saber por não sabermos ou estamos acomodados? É vexatória, indigna, desrespeitosa a forma de como somos tratados, por isso a minha manifestação, esperando que iniciativas como essa sejam ainda mais presentes na pauta do brasileiro. Este espaço foi criado para comentarmos, trocarmos idéias, reivindicarmos, denunciarmos e até elogiarmos os serviços públicos e privados.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Não é favor, é um direito!

 Certa vez, conversando com o arquiteto Luiz Fiuza, lembrei-me de um ente querido que havia se tornado cadeirante por causa do acometimento causado por um AVC em meados de 90 e como dizem que só atinamos para a dura realidade de alguns quando nos deparamos com a sua problemática, tête-à-tête, me interei melhor na vida das pessoas, cuja particularidade faz jus ao que entendo por especiais, Especiais no otimismo, na disposição, coragem e vitalidade.

O projeto do Luiz acendia uma mudança radical no acesso às pessoas portadoras de deficiência em vias públicas, transportes e nas áreas de edificações, sustentadas pela Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989. E o que mudou de lá pra cá?


A força de uma ferramenta de trabalho, associada a um poderoso veículo de comunicação, ocupando um importante papel de destaque na integração e socialização do deficiente, a Internet!


Fora este ganho, a maior deficiência continua sendo o preconceito e o desrespeito da sociedade para com os cidadãos que pagam os seus impostos pontualmente, mas sem direito de utilizar os serviços públicos. Considera-se que o número de portadores de deficiência no Brasil cresce a cada década, fazendo com que muitos jazam em casa sem perspectivas, salvo aos aventureiros sobre duas rodas, que superam a insegurança da urbanidade, também suas próprias limitações.

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